Capítulo 373. Pistas de mercado – RELEASE THAT WITCH português – Novela leve
Capítulo 373. Pistas de mercado
Ferlin estava atrás de sua esposa, que examinava cuidadosamente os produtos nas prateleiras, de vez em quando adicionando sua seleção à cesta.
Irene sempre parecia tão séria ao fazer compras.
– Você sabe… O preço de cada pedaço de carne é calculado pelo seu peso! E então eles são exatamente os mesmos.
– Claro que não são iguais! Irene protestou ferozmente. – Gosta de carne magra, mas se não houver gordura num pedaço de carne, depois de o cozinhar ficará muito seco! O melhor é comprar costelas com uma fina camada de gordura, corte-as e frite-as em lume brando. Por isso procuro escolher as melhores peças!
Ferlin caiu na gargalhada, incapaz de se conter:
– Ok, escolha o quanto quiser. Prefiro ir comprar trigo. A fila é bastante grande, então acho que você chegará mais rápido do que eu.
– Ok, – Irene respondeu baixinho, sem tirar os olhos do balcão.
Ferlin apenas balançou a cabeça, se virou e foi para o mercado balcões de mercearia.
Depois que a neve começou, Lord Roland ordenou a construção de um copa de madeira, para proteger o mercado. Havia um folheto próximo à entrada do mercado, que dizia que o mercado funcionaria mesmo no inverno.
Isso significava que mesmo durante os meses demoníacos esta pequena cidade seria estável vender comida aos residentes.
E para os residentes locais, esta notícia, de claro, foi muito encorajador.
fila para compra de cereais. Havia até duas pessoas fardadas ao lado do balcão onde vendiam cereais e observando os pedidos na fila. Nesta cidade, eles até inventaram um nome especial para eles – a polícia.
Com todos, Ferlin há muito havia perdido o hábito de se surpreender com as mudanças que Lorde Roland havia feito, então a mera mudança de nome de “patrulha” para “polícia” não o surpreendeu nem um pouco. Ele também sabia que a maioria dos residentes considerava os patrulheiros apenas agressores e criminosos intrusivos, e uma simples mudança de nome mudava drasticamente a atitude dos residentes.
– Boa tarde, Sr. Eltek, – alguém da fila cumprimentou Ferlin. – Você também veio buscar trigo, hein?
– Você pode ficar em pé na minha frente!
– Eu também cederei!
– Não, não, não! Ferlyn acenou com as mãos para o final da linha. – Mas obrigado.
– Eles te amam muito, – a pessoa parado na frente dele ria homem de meia-idade. – Na verdade, o que mais o famoso cavaleiro das terras ocidentais Morninglight poderia esperar das pessoas?
Ferlin encarou o homem em estado de choque:
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– Você sabe quem eu sou…
– Ha ha ha, bem, é claro, toda a cidade fronteiriça sabe! o homem sorriu, coçando o queixo. – Meus filhos te respeitam muito. Assim que meu filho, Nate, descobriu quem você era, ele repetiu constantemente que definitivamente se tornaria um cavaleiro.
“Está tudo no passado,” Ferlin balançou a cabeça. – Além disso, Sua Alteza não precisa mais de cavaleiros.
– Sim, agora temos o Primeiro Exército “, respondeu o homem pensativo. – Sabe, eu não teria ousado falar com você antes.
Claro. Quando Ferlin Eltek era um cavaleiro do duque, nenhum dos plebeus ousou não apenas falar com ele, mas simplesmente levantar os olhos para ele. E quando os plebeus discutiam isso, então inveja e admiração soavam em suas palavras, e por trás deles estava um medo mal escondido. A única que se atreveu a olhá-lo nos olhos e falar, como se não houvesse diferença entre seus status sociais, foi Irene. Naquela primeira reunião no teatro, Ferlin percebeu que finalmente havia encontrado um lugar para chamar de lar.
Depois de ser capturado e levado para a Cidade Fronteiriça, Ferlin a princípio pensou que ele simplesmente serviria a outro senhor… Ele não tinha ideia de que se tornaria um professor e levaria para as massas a luz do conhecimento, ganhando ainda mais respeito.
Esse respeito era muito diferente do que ele tinha quando ainda era um cavaleiro… Agora a multidão não o evitou, mas, pelo contrário, aproximou-se. E Ferlin gostou do fato de não ser respeitado à distância.
Talvez o cavalheirismo nunca tenha sido feito para ele.
***
A fila de Ferlin chegou quinze minutos depois.
– Identidade, por favor… – disse o vendedor parado atrás do balcão, mas virando-se, exclamou surpreso. – Sr. Ferlin?
– Betty? Ferlin ficou igualmente surpreso. Um de seus graduados estava atrás do balcão – o grupo dela formou-se dele primeiro. Ferlin considerou a situação e falou alegremente. – Você conseguiu um emprego na prefeitura?
– Sim, – respondeu feliz menina, e acenou com a cabeça tão ativamente quanto ela fez durante a aula. – Agora trabalho como aprendiz no escritório do Ministério da Agricultura.
Ferlin não queria atrasar a fila, então entregou o menina, sua identidade e seis moedas de prata:
– Para mim, por favor, um saco médio de trigo.
– Claro! – a garota rapidamente anotou o nome de Ferlin no caixa, se virou e pediu ao porteiro que trouxesse um saco de trigo e o colocasse no balcão. Nesta parte da loja, as pessoas não podiam inspecionar a mercadoria e escolher aquela de que gostavam mais. Todos os sacos de trigo foram embalados igualmente e divididos por peso em três categorias – pequeno, médio e grande. A saca média de trigo que Ferlin comprou foi suficiente para eles e Irene por um mês.
Os preços do trigo foram fixos e praticamente não mudaram. Na compra de trigo, era exigida a apresentação de um certificado, existindo também uma restrição na quantidade de trigo vendida por pessoa. No entanto, Ferlin entendeu por que isso foi feito – para evitar comprar trigo em grande escala e depois revendê-lo por um preço alto.
– Professor! Venha me visitar algum dia, quando tiver tempo! – disse Betty, entregando a Ferlin sua identidade.
– Claro! – respondeu ele com um sorriso, pegou um saco de trigo e se afastou do balcão em busca de um lugar onde pudesse descansar um pouco. Irene ainda não voltou – aparentemente, ela ainda estava escolhendo algumas mercadorias. Ferlin encontrou um ponto seco no chão, colocou um saco de trigo sobre ele e sentou-se.
Naquele momento, uma mulher de cabelo azul passou na frente dele.
Ferlin Eltek ficou profundamente chocado. Seu corpo inteiro pareceu congelar com o choque no momento em que a mulher se virou. Seu cabelo azul, suas características faciais – eles pareciam afundar na memória no segundo em que alguém os viu pela primeira vez. As veias de Ferlin pareceram congelar todo o sangue – mas não por causa da beleza extraordinária da mulher, mas porque ele a reconheceu. Ele viu seu retrato na sala com retratos.
Quando criança, ele muitas vezes perguntava ao pai sobre o retrato de uma mulher pendurada na parede do corredor… Ele ficou muito interessado em descobrir quem ela era, mas seu pai nunca falou sobre ela. Ela era obviamente uma mulher, e seu retrato era obviamente mais importante do que qualquer outro retrato dos avós dele. Meu pai falou sobre ela apenas uma vez – quando estava muito bêbado.
E se Ferlin lembrava de tudo corretamente, então essa mulher foi a fundadora da a família Eltek.
Mas… Como isso foi possível?
– Oh, desculpe. Você está esperando há muito tempo? – a voz de Irene o arrancou do abismo das reflexões. – Eu ainda fui para os ovos, e ao mesmo tempo peguei um pote de manteiga. Você comprou trigo?
– Uh-huh… – Ferlin respondeu pensativo.
A imagem de uma mulher estava diante de seus olhos, mesmo quando ele e Irene tinham muito desde que voltou para casa… Como ela veio parar aqui? O que o ancestral da família Eltek está fazendo em Frontier City?
Depois por um tempo, ele chegou à conclusão de que precisava viajar para Longsong Hold.
Quando ele contou a Irene sobre seus planos de retornar à fortaleza, ela, Levantando uma sobrancelha surpresa, ela perguntou:
– Você não disse que havia quebrado todos os laços com sua família há muito tempo? Por que você voltaria para lá?
“Hum… porque…” Ferlin murmurou incerto. – Bem… há algo.
– Legado? Irene perguntou, inclinando a cabeça. – Não, não isso… Outra coisa… É … É por causa de uma mulher?
Ferlin quase engasgou:
– Eu nunca faria isso!
“Posso ver pelos seus olhos que você está mentindo”, disse Irene, e acenou com a mão na direção da cadeira para fazer Ferlin se sentar. Olhando para o marido com um olhar indecifrável, ela falou novamente: – Você prometeu que sempre seria meu cavaleiro. Você também prometeu que nunca quebraria essa promessa – aliás, eu acredito nisso. Portanto, estou duplamente interessado em saber por que você está indo. Por que você não pode simplesmente me dizer? Você se lembra que lá, em nossa velha casa de fazenda nos fundos da Fortaleza Longsong, nós prometemos que nunca teríamos segredos um do outro?
Agora ela parecia bastante determinada – não importa o que aconteça em sua vida, ela sempre estará pronta para compartilhe com Ferlin. Quer seja problema ou alegria. Irene não mudou nada, mesmo passando por todos os problemas que teve desde a derrota do Duque.
Ferlin respirou fundo e, abraçando a esposa com força, contou a ela sobre o estranho encontro de hoje.
– Então é isso, – Irene assentiu. – Então, é claro, você precisa ir.
– Você.. Você acredita em mim? Ferlin perguntou surpreso. Afinal, ele mesmo não conseguia acreditar totalmente que seu ancestral agora vive na cidade fronteiriça. O simples pensamento disso parecia um absurdo absoluto.
– Claro que eu fazer, – piscou para sua esposa.”Você não desviou o olhar.
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Autor: 二目, Er Mu
Tradução: Artificial_Intelligence