Capítulo 261. Cidade Natal – I AM THE MONARCH português – Novela leve
Capítulo 261. Cidade Natal
– Sério?!
– Você não ouviu, ou o quê? – Vozes animadas soaram abafadas e apressadas.
– Shhh… baixinho, abaixe a voz – Vakail sibilou.
Ele reuniu secretamente sua equipe na frente de muito cedo pela manhã, e agora parecia que ele mal conseguia se controlar.
– Eu ouvi com meus próprios ouvidos como eles estavam dizendo isso!
O rosto de Wakail ficou vermelho. Sua garganta se apertou de raiva, e sua voz saiu com um assobio sinistro.
– Roan mentiu para nós!
Ele contou tudo Eu ouvi da minha torre de vigia. Sobre tudo o que os legionários de Murray falaram.
– Veneno é apenas ficção!
Os outros franziram a testa e se entreolharam, perplexos, incrédulos.
– Mas por que ele deveria mentir assim? ..
– Ele brincou com a gente!- com cada comentário subsequente, a raiva de Wakail apenas aumentava. Finalmente, ele até riu nervosamente e com raiva. – Ele queria nos tornar seus fantoches obedientes!
– Droga!
Os caçadores cerraram os dentes e cerraram os punhos em aborrecimento, mas… isso é tudo, o que eles poderiam fazer sobre isso.
– Claro, eu também estou bravo com ele, mas… – de repente um deles falou. Afinal, Roan não era mais apenas um garoto de uma aldeia nas montanhas. Ele é o monarca de uma nação inteira. Ele realmente se tornou grande, nem mesmo um homem – não, uma criatura! – ao qual era impensável se opor. “Podemos perder a cabeça com apenas um aceno de seu dedo.
Não é o melhor argumento para nos opormos a tal pessoa. É melhor ficar quieto e viver em silêncio.
– É bom que não morramos sem remédios, – o segundo pegou, tentando pensar positivamente.
– Ainda não acabou! Wakail objetou, parecendo ainda mais zangado do que antes. – Isso não é tudo que eles falaram…
Ele deu a seus cúmplices um olhar penetrante e penetrante.
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– Há outro motivo, que Roan deixou seus subordinados em nossa aldeia.
Os Caçadores olharam para ele com curiosidade.
– Não é para manter um de olho em nós e defender a aldeia?
– Gosta de estudar os monstros nas montanhas de grãos…? – hesitantemente adicionou o segundo.
– Há mais alguma coisa? – pegou o terceiro.
Nem todos olhavam para Wakail com interesse.
Ele encolheu os ombros, tentando mostrar indiferença.
– Sim, mas havia mais um motivo além disso.
– O quê?
– Qual é a razão?! Os outros exclamaram quase em uníssono.
“Ele está procurando algo”, Vakail disse brevemente.
—O que ele está procurando?
Wakail fez uma pausa quase teatral, forçando os outros a ficarem tensos e capturando completamente o interesse deles.
“Bow Pisces”, ele finalmente disse quando o silêncio se tornou quase doloroso.
– Pistas de arco? – Alguém perguntou espantado.
Os outros se entreolharam, franzindo a testa e tentando lembrar se já tinham ouvido falar de algo assim.
– Qual é o arco de Peixes?
Wakail olhou em volta, como se estivesse checando se ninguém estava espionando eles, e respondeu quase inaudivelmente:
– Este é o arco que ela estava usando Peixes, rainha dos elfos. Dragões e elfos são criaturas mágicas, então suas armas são mágicas.
Seus olhos brilharam dolorosamente de excitação.
– Basta querer, e a flecha mágica voará exatamente para o alvo, de qualquer coisa ponto e não importa o quão longe você atire. E o arco também lhe dá uma grande força, o que lhe permitirá partir uma pedra enorme com um tiro!
– Ah… – os outros engasgaram em choque.
A história apressada de Wakail continua:
– Ouvi dizer que o arco de Peixes está escondido em algum lugar no sopé das Montanhas Grain, perto de nossa aldeia. Então Roan disse a eles.
– Bem, então…
– Ele disse que queria nos ver, com seus entes queridos, para ver sua aldeia natal, – interrompeu o caçador Vakail, que estava começando a falar, e sua voz mostrava amargura misturada com nojo. – Mas isso tudo é um absurdo e um absurdo.
Os caçadores se entreolharam novamente.
A antipatia por Roan ficou mais forte com cada palavra subsequente de Vakail.
Percebendo que estava se movendo na direção certa, ele continuou:
“É por isso…” Wakail lançou-lhes um olhar tenaz. Sua voz tinha uma entonação sinistra e astuta.
Os homens ao redor dele se entreolharam tensos e engoliram em seco.
Wakail sorriu.
– Encontraremos o arco de Peixes.
– Nós? – um dos caçadores franziu a testa.
Wakail acenou com a cabeça, parecendo superexcitado, em um estado quase histérico.
– Um homem com um arco Peixes, pode se tornar o homem mais forte do continente.
– O que disseram aqueles legionários?
– Então eu digo a vocês – sorriam Vakaila parecia completamente doentio e não natural.- Se você encontrar um arco, você pode ir para a guerra, conquistar um monte de ouro e terras, você pode obter o título e, como o homem mais forte do continente, você pode até, como Roan, criar seu próprio reino!
Seu rosto ficou vermelho.
– Imagine quais oportunidades estão diante de nós! – seu sorriso estava ficando cada vez mais louco. “Podemos ganhar ainda mais poder do que Roan, o monarca do novo reino!
Sua voz vacilou. Vakale cerrou os punhos para que os nós dos dedos ficassem brancos.
– Encontraremos o arco de piscianas, iremos para o mundo exterior e, sozinhos, conquistaremos riqueza, poder e glória!
Ele fez uma breve pausa, certificando-se de que sua mensagem tinha definitivamente alcançado os outros.
– Roan não brincará mais com nossas vidas. Não nos tratará como idiotas da aldeia.
Os Caçadores engoliram em seco novamente.
Raiva e ressentimento com Roan, aparentemente esquecido por um tempo, agora cresceram com muito mais força, alimentados pelas fantasias quase delirantes de seu líder.
– Acho… Acho que é uma ótima ideia. Íamos sair daqui de qualquer maneira.
– Se o veneno realmente não existe, então o que está nos segurando?
– Vamos saia da aldeia e vamos em busca do arco Piscess!- disseram eles, alcançando um entendimento mútuo e juntos tomando uma decisão firme e inabalável.
Vakail levantou-se primeiro.
– Vou seguir estes legionários. Eu os observarei pelo resto do dia, então nós trocaremos.
– Ok, – os outros concordaram.
Desde aquela mesma conversa antes do amanhecer, Vakale e seus homens têm perseguido Murray e os outros Legionários de Amaranto, tentando manter distância, mas perto o suficiente para não perder nada.
Claro, eles não se esqueceram de fingir que estavam cuidando de seus afazeres normais, em primeiro lugar, é claro, caçar.
Murray olhava para eles de vez em quando com alguma suspeita, mas parecia não ter notado nada alarmante.
No final, ele já tinha algo a fazer.
– Hah… huh… huh… ele é geralmente humano?
– Para onde ele foi?
Os dois caçadores de Wakail estavam ofegantes, com as mãos nos joelhos. Fingindo caçar, eles observaram um dos legionários quase o dia todo.
No entanto, sua resistência e velocidade eram muitas vezes maiores que as deles.
E assim foi desde o início. Cada vez que um dos legionários fazia o reconhecimento nas montanhas, um cortejo de partidários de Wakail o seguia imediatamente, mas em algum ponto os malditos soldados simplesmente escaparam das mãos dos caçadores.
Hoje, a história se repetiu. Apenas meio dia, e os dois caçadores se sentiram exaustos, como se tivessem conseguido superar a marcha para o outro lado do mundo.
E este não era o único problema.
Nenhum daqueles que perseguiram outros Legionários, nem mesmo Vakail, alcançou o menor sucesso em sua missão justa.
– Maldição…
Por um tempo, apenas uma respiração pesada e cansada foi ouvida.
Há vários dias, o caso deles não tem o menor progresso.
“Droga…” – pensou Vakail, com cada passando o escurecimento por uma hora a mais.
Nesse ritmo, os legionários encontrarão o arco de Peixes antes que qualquer um dos caçadores sequer perceba.
“Roan, que já se tornou rei, também receberá o arco de Peixes em suas mãos? ..”
É até assustador imaginar tal resultado.
“A distância entre ele e eu está aumentando a cada dia…”
Ele simplesmente não conseguia suportar. Isso literalmente irritou Wakail para fora de si mesmo, rasgando sua alma com afiadas garras demoníacas.
“Não importa o que eu tenho que fazer. Vou encontrar este maldito arco! “
No momento em que este pensamento estava firmemente enraizado em sua cabeça, uma voz desconhecida invadiu seus pensamentos.
– Sr. Wakail?
Wakail ergueu a cabeça e olhou para o alto-falante.
– Eh? – ele não pôde conter uma exclamação de surpresa silenciosa.
O orador era Murray, o homem no comando dos dez legionários que restavam na aldeia.
– Ajudante Murray, Wakail acenou com a cabeça. Um leve sorriso apareceu em seu rosto, que acabara de ser cheio de irritação, o que deveria simbolizar afabilidade.
Levantando as sobrancelhas, Murray observou essas estranhas metamorfoses no rosto de seu interlocutor.
– Você queria alguma coisa? – perguntou Wakail, por algum motivo sentindo de repente aquele suor frio aparecer em suas costas.
– Sr. Wakail, poderia nos ajudar? A menos, é claro, que você se importe.
O quê? Ele – para ajudar?
Por alguma razão, essas palavras pareceram muito estranhas e extremamente inadequadas para Vakale.
Murray balançou a cabeça lentamente.
– Estamos procurando um lugar, aqui na área, mas nos últimos dias não conseguimos para alcançar o menor progresso…
– Ah. Vakail expirou quase inconscientemente.
Ele parecia ter adivinhado de que lugar esse estranho legionário estava falando.
“O lugar onde o arco está oculto Piscissus”
Parece que a situação acabou de se complicar seriamente.
Como se não percebesse que algo estava errado com seu interlocutor, Murray continuou.
– O melhor caçador da aldeia provavelmente conhece estes vizinhança das Montanhas Grain… – o olhar penetrante do legionário deslizou sobre Vakail. No entanto, ele nem percebeu.
– Oh sim, sim! Eu sou quem melhor conhece essas terras!- exibia um sorriso muito estranho no rosto, no qual se confundia a satisfação pelo reconhecimento de seus talentos e o otimismo por demais fingido de que sua ajuda pudesse ser útil a pelo menos alguém.
Murray não disse nada.
– É possível um pouco mais sobre o que exatamente você está procurando? Wakail perguntou cuidadosamente, tentando soar o mais educado possível e não levantar suspeitas.
Murray assentiu. Um sorriso finalmente começou a aparecer em seus lábios.
– Sim, eles o descreveram para nós assim…
E ele narrou vividamente todos os detalhes e características do área que procuravam.
– Ah! – Quiet Vakail reagiu rapidamente à sua história. – Este é o Delphin Gorge! Você está descrevendo Dolphin Gorge!
Ele realmente reconheceu este lugar imediatamente.
Dolphin Gorge era um lugar perigoso onde monstros selvagens costumavam aparecer. Pitoresco, mas perturbador.
Ele enterrou a mão no cabelo, digerindo a informação recebida.
Acontece que o arco Piscissus estava escondido no Golfinho Desfiladeiro todo esse tempo! Bem, considerando a distância e o perigo, isso não é nem um pouco, em princípio, surpreendente…
“Talvez vá lá e…” – e ele imediatamente se calou, tremendo sua cabeça desanimada… “Não, você não pode simplesmente entrar inutilmente neste lugar perigoso. Pelo menos até saber a localização um pouco mais precisa do arco…”
– Então você sabe onde está? Murray perguntou com alguma tensão.
Wakail fingiu estar pensativo e concentrado, como se estivesse considerando seriamente a pergunta do legionário. Finalmente, ele sorriu.
– Quanto mais penso nisso, mais o lugar que você mencionou me lembra a Garganta dos Golfinhos.
– Desfiladeiro do Golfinho, então… – repetiu Murray. “E onde está?
” Uh… bem… é difícil explicar em palavras, “Vakail resistiu com indecisão fingida. “É melhor eu mesmo levá-lo lá.
“Oh, você não precisa fazer isso de jeito nenhum”, disse o legionário educadamente, como se não quisesse civil comum se envolver em uma aventura perigosa demais para ele.
Mas Vakail não iria desistir tão rapidamente.
– Oh não, você não entende. O caminho para a Garganta dos Golfinhos é tão difícil que eu nem seria capaz de explicar para você, se quisesse. Eu mesmo sou guiado apenas pela localização.
– Hmm… – Murray estreitou os olhos pensativamente. – Bem, acho que terei de lhe pedir um favor.
– Confie em mim! – Wakail disse com um sorriso, e seu coração começou a cantar de alegria.
Depois de falar com o legionário, ele mergulhou em pensamentos febris.
“Devo contar aos outros sobre isso?”
Mas…
Wakail hesitou, pensando na situação novamente. Então ele balançou a cabeça.
“Em qualquer caso, o arco é um”
A partir desse pensamento, seus pensamentos seguiram para um canal completamente diferente.
“Eu os informarei mais tarde”, ele afastou a agitação quase imperceptível de vergonha, que acabou sendo totalmente convincente. p388> Na verdade, ele já havia decidido não dizer nada a ninguém.
No final, era o mesmo Vakail, um traidor na primeira e segunda vidas.
“Devo tomar a iniciativa”
Wakail finalmente chegou a um acordo consigo mesmo e resolutamente endireitou as costas. Ele parecia inspirado e animado.
Murray, observando-o de longe, riu suavemente.
“Senhor…” Ele suspirou brevemente. “Na verdade, tudo acontece exatamente como você disse.”
E embora um sorriso tenha congelado nos lábios do homem, a amargura foi sentida na alma do legionário.
Um olhar penetrante pousou na nuca de Vakail.
“Esse cara…” – aço cruel brilhou nos olhos de Murray.- “Um verdadeiro lixo”
***
– Hehehehe… – uma risada um tanto estranha encheu o salão espaçoso.
Esta risada foi ouvida dos lábios de Veldrick, um homem velho em mantos magníficos e vestimentas rituais da Igreja de Devesis.
Em uma das mãos descansava um magnífico cacho de uvas, com a outra mão ele plantou uvas em uma garra fina e afiada e as mandou para sua boca, deleitando-se com o suco doce.
Ele parecia extremamente relaxado e indecentemente satisfeito.
No mesmo momento, um homem com cabelos longos e lisos se adiantou e se curvou para o senhor.
“Eu sou a Ilha Cardeal, Vossa Santidade,” ele falou sem levantar a cabeça baixa. “E tenho algo que gostaria de lhe contar.
A voz fria e aveludada acariciou agradavelmente o ouvido. Suave e poderosa, esta voz definitivamente pertencia a uma pessoa que realmente tem poder, e que sabe sobre ele.
Veldrick, que naquele exato momento estava prestes a enviar outra uva para o seu boca, congelou, assim e sem alcançar sua boca. Seus lábios se curvaram em um sorriso estranho.
– Hehehehe… E o que você quer me dizer?
Parece que ele realmente estava pronto para ouvir favoravelmente este homem.
O Cardeal Isle se aproximou e falou baixinho.
– Há algo relacionado à missão do Cardeal Herbert…
– Cardeal Herbert, então… hehehehe… – comentou Veldrick e riu de novo.
Herbert. Foi ele que ele enviou recentemente para o reino de Amaranto.
– O Cardeal Herbert partiu para o reino de Rince há dois dias.
Como a Terra Santa não reconheceu oficialmente a existência do reino do Amaranto, seus habitantes ainda o chamavam de reino de Rins.
– O cardeal Herbert foi ao reino de Rins para limpar os pensamentos pecaminosos – disse Veldrick, como se estivesse provocando seu interlocutor. Ele parecia muito satisfeito com isso, mas a expressão fria de seus olhos duros criou uma estranha contradição entre o tom de sua voz e o subtexto do que foi dito.
Isle curvou a cabeça respeitosamente.
– O cardeal Herbert levou apenas dois sacerdotes e dois monges com ele. Isso dificilmente é suficiente para lavar os pensamentos pecaminosos de alguém. Não deveríamos ter enviado muitos mais clérigos?
O Cardeal Isle parece ter sugerido que o Cardeal Herbert estava pronto para corrigir este mal-entendido gritante.
Veldric lançou um olhar estreito sobre ele. Emoções muito estranhas apareceram naqueles olhos, o misterioso entrelaçamento que só poderia assustar.
– Hehehehe… o que você está fazendo? – perguntou ele suavemente.
– Mas o Cardeal Herbert pode estar em perigo…
E novamente uma frase ambígua que pode muito bem significar perigo um inimigo sofisticado e sucumbir a pensamentos pecaminosos.
Veldric riu de repente com o volume total de sua voz desagradável.
– Kukukuku….
A cada momento seguinte, o riso se tornava cada vez mais estranho e desagradável para o ouvido.
Veldric parou apenas um tempo depois, e com grande relutância.
– Cardeal Isle, agradeço sua preocupação e sua boa vontade, entretanto… – a voz do velho começou a soar áspera e desagradável, como o fio enferrujado de um machado cego em cadáveres.”Se algo acontecer ao Cardeal Herbert, será pela vontade de Deus.
” Ah… “o homem engasgou, percebendo que tinha ido longe demais. E ele se acalmou, temendo provocar ainda mais o governante.
Vontade de Deus.
Qualquer lógica e julgamento racional perdem sua força quando trata-se da vontade de Deus.
Esta é a Terra Santa.
– Hehehehehe….
Veldric riu novamente e finalmente colocou em sua boca uma uva presa em sua garra. Suco agridoce encheu sua boca.
“Vontade de Deus.”
Era até divertido pensar em si mesmo dessa maneira.
Weldrick mastigou bem as sementes de uva. O barulho desagradável acabou sendo inesperadamente alto.
“Cardeal Herbert” – um rosto apareceu diante do olhar interno do velho.- “Pode morrer…”
A vida aos olhos do Santo Imperador da Igreja de Devesis custa muito menos do que se poderia esperar.
“… Se for a vontade do Senhor. Não…”
Seu sorriso tornou-se sinistro.
“Se for minha vontade.”
Leia I AM THE MONARCH português – Capítulo 261. Cidade Natal
Autor: Cheol Jonggeum, 철종금
Tradução: Artificial_Intelligence